Como funciona, sem jargão.
A Anahytec organiza um idioma pelo que a pessoa precisa fazer com ele. Abaixo, os cinco princípios que sustentam todo curso — na ordem em que aparecem numa aula.
Frases inteiras, não peças soltas
Ninguém monta uma frase do zero no meio de uma conversa. A gente guarda blocos prontos e encaixa. Por isso o curso começa pelas frases completas, ditas em voz alta, e só depois explica o que há dentro delas.
O erro não é aleatório — ele tem origem
Cada erro que você comete vem de uma língua que você já fala. Quando sabemos qual é, sabemos o que vai dar errado antes de dar. Metade do trabalho é antecipar isso; a outra metade é mostrar o caminho certo antes de o hábito se formar.
Primeiro ser entendido, depois soar bem
Existem sons cujo erro trava a comunicação e sons cujo erro só marca sotaque. Trabalhamos os primeiros com prioridade absoluta. E não prometemos apagar o seu sotaque: a pesquisa mostra que isso não é o que decide como você é recebido.
A parte que quase ninguém ensina
Saber a frase certa não basta se ela causa o efeito errado. Recusar, discordar, cobrar e pedir favor têm regras sociais próprias em cada língua — e é aí que a pessoa educada soa grosseira sem saber por quê. Essa camada está em todas as nossas unidades.
Repetição espaçada e caderno de erros
Entre uma aula e outra, cada aluno revisa as frases em cartões com áudio e anota, à mão, o que disse errado e o que deveria ter dito. É a parte menos glamourosa do método e a que mais decide o resultado.
Sob medida, não de prateleira.
Antes de escrever qualquer coisa, a gente pergunta. Onde você travou, que frase faltou, e o que aquilo custou. Um curso montado sem essa conversa sai genérico — e genérico já existe de sobra.
Do que aparece nessas respostas é que sai o curso: as situações, a ordem em que elas entram e o que o aluno leva para casa. Por isso dois cursos nossos, do mesmo idioma, podem não se parecer.
